KILUANJI KIA HENDA
Kiluanji Kia Henda, nasceu em Luanda, em 1979. Autodidacta, pertencente à nova geração de artistas angolanos que já possuem uma representativa carreira internacional. Para além de projectos em artes visuais, também trabalhou em áreas como o teatro e música. Em 2005 participou no programa de residência artística da I Trienal de Luanda de onde resultou o projecto Ngola Bar, apresentado em 2007 na I Trienal de Luanda, SD Observátorio no Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM), e na 52ª Bienal de Veneza, para a mostra Check List_Luanda Pop.
Viveu em Lisboa em 2007, tendo participado no programa de residência artística da ZDB, onde realizou o projecto Blood Business Corporation, uma invasão do Iraque simulada na zona de oleodutos em Sines.
Em 2008 criou, na Cidade do Cabo, o projecto Expired Trading Produts relacionado com a crise de xenofobia que se vivia e sobre a única estação nuclear em África. Numa residência artística de 3 meses com a ProHelvetia – Swiss Art Council, e o colectivo do qual é co-fundador, International Assossiantion for a Happy Artist. Participa na 3ª Trienal de Guangzhou intitulada Farewell to Post-Colonialism, a convite da Fundação Sindika Dokolo para produção de Icarus13.
Realiza o projeto Trans It que foi apresentado numa exposição individual em São Paulo e em várias mostras colectivas em cidades como Lisboa, Bordéus, Bahia, Luanda e Lumumbashi. Em 2010 reside quatro meses em Veneza no âmbito do programa de residência artística com a Fondazione di Venezia e Fondazione Bevilacqua La Masa, onde realizou o projeto Self Portrait As A White Man, que aborda a diáspora, imigração e identidade, apresentado também na galeria Fonti, Nápoles e na II Trienal de Luanda. Em 2011 é finalista do BES PHOTO e numa residência de 4 meses em Paris.
A obra apresentada na exposição ALÉM MARGEM(S), “Como Deus quer, e o Diabo gosta”, é cortesia da Galeria Filomena Soares (Lisboa) e da Galeria Fonti (Nápoles).
KILUANJI KIA HENDA
Kiluanji Kia Henda, nasceu em Luanda, em 1979. Autodidacta, pertence à nova geração de artistas angolanos com uma representativa carreira internacional. Para além de projectos em artes visuais, também trabalhou em áreas como o teatro e música. Em 2005 participou no programa de residência artística da I Trienal de Luanda de onde resultou o projecto Ngola Bar, apresentado em 2007 na I Trienal de Luanda, SD Observátorio no Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM), e na 52ª Bienal de Veneza, para a mostra Check List_Luanda Pop.
Viveu em Lisboa em 2007, tendo participado no programa de residência artística da ZDB, onde realizou o projecto Blood Business Corporation, uma invasão do Iraque simulada na zona de oleodutos em Sines.
Em 2008 criou, na Cidade do Cabo, o projecto Expired Trading Produts relacionado com a crise de xenofobia que se vivia e sobre a única estação nuclear em África. Numa residência artística de 3 meses com a ProHelvetia – Swiss Art Council, e o colectivo do qual é co-fundador, International Assossiantion for a Happy Artist. Participa na 3ª Trienal de Guangzhou intitulada Farewell to Post-Colonialism, a convite da Fundação Sindika Dokolo para produção de Icarus13.
Realiza o projeto Trans It que foi apresentado numa exposição individual em São Paulo e em várias mostras colectivas em cidades como Lisboa, Bordéus, Bahia, Luanda e Lumumbashi. Em 2010 reside quatro meses em Veneza no âmbito do programa de residência artística com a Fondazione di Venezia e Fondazione Bevilacqua La Masa, onde realizou o projeto Self Portrait As A White Man, que aborda a diáspora, imigração e identidade, apresentado também na galeria Fonti, Nápoles e na II Trienal de Luanda. Em 2011 é finalista do BES PHOTO e numa residência de 4 meses em Paris.
A obra apresentada na exposição ALÉM MARGEM(S), “Como Deus quer, e o Diabo gosta”, é cortesia da Galeria Filomena Soares (Lisboa) e da Galeria Fonti (Nápoles).


